Gerador de CPF

Números aleatórios com dígitos verificadores válidos, para testar sistemas e formulários.

Como o CPF é calculado?

Os nove primeiros dígitos são livres. Os dois últimos são calculados a partir deles. Para o primeiro verificador, multiplique os nove dígitos pelos pesos 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3 e 2, some tudo e tire o resto da divisão por 11. Resto menor que 2 vira 0; nos demais casos, o dígito é 11 menos o resto.

O segundo verificador repete a conta com dez dígitos — os nove originais mais o primeiro verificador — e pesos de 11 a 2. É por isso que trocar um único algarismo no meio do número derruba os dois dígitos finais de uma vez: cada um deles depende de tudo que vem antes.

O nono dígito indica a região de emissão

O nono algarismo do CPF não é aleatório na vida real: ele identifica a região fiscal onde o documento foi emitido. A tabela é esta:

  • 0 — Rio Grande do Sul
  • 1 — Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins
  • 2 — Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima
  • 3 — Ceará, Maranhão e Piauí
  • 4 — Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte
  • 5 — Bahia e Sergipe
  • 6 — Minas Gerais
  • 7 — Espírito Santo e Rio de Janeiro
  • 8 — São Paulo
  • 9 — Paraná e Santa Catarina

O gerador aqui sorteia os nove primeiros dígitos sem filtro, então o nono sai aleatório e a região do número gerado é indiferente. Se o seu teste depende de um estado específico, troque o nono dígito à mão e gere os verificadores de novo pela conta acima.

CPF gerado não é CPF de ninguém

O que sai daqui é uma combinação que passa na conta de verificação, e só. O número não foi emitido pela Receita Federal, não está ligado a nenhuma pessoa, não consta em cadastro nenhum e não vale como documento. Se você digitá-lo num sistema que consulta a Receita, ele será recusado.

Ele serve para o que a validação local exige: preencher formulário em ambiente de teste, conferir máscara de campo, popular banco de homologação, testar a mensagem de erro de um cadastro. Usar para se passar por outra pessoa ou fraudar cadastro é crime, e a responsabilidade é de quem faz.

Perguntas frequentes

É legal gerar CPF?

Gerar é legal: o número é só uma combinação que fecha a conta de verificação, e existe para testar software. Ilegal é o uso — se passar por outra pessoa, fraudar cadastro, burlar verificação de identidade ou enganar sistema são crimes previstos no Código Penal, independentemente de onde o número saiu.

O CPF gerado pertence a alguém?

Não. O número não é emitido pela Receita Federal nem está vinculado a nenhum registro. Como o espaço de CPFs válidos é limitado, um número gerado pode por coincidência coincidir com um emitido — por isso o correto é usá-lo apenas em ambiente de teste, nunca em cadastro real.

Por que preciso gerar CPF para testar?

Porque a maior parte dos formulários valida o CPF antes de enviar, e um número inventado à mão quase nunca fecha os dois dígitos verificadores. Sem um CPF que passe na conta, não dá para testar o caminho de sucesso do cadastro nem popular um banco de homologação.

O gerador cria CPF de um estado específico?

Não. Os nove primeiros dígitos são sorteados sem filtro, então o nono — que indica a região fiscal de emissão — sai aleatório. Se o seu teste depende de uma região, troque o nono dígito e recalcule os dois verificadores.

O CPF gerado é enviado para algum servidor?

Não. O cálculo acontece inteiro no seu navegador, em JavaScript. Nenhum número gerado sai do seu aparelho, não fica gravado em lugar nenhum e não passa por servidor.

Quantos CPFs posso gerar?

Quantos quiser. Não há limite, cadastro, fila nem cobrança — como a conta roda no seu próprio navegador, gerar mais não custa nada a ninguém.

Como validar um CPF que eu já tenho?

Refaça a conta dos dois dígitos verificadores: pesos de 10 a 2 para o primeiro, de 11 a 2 para o segundo, módulo 11, e resto menor que 2 vira zero. Se os dois baterem com os dois últimos algarismos, o número é formalmente válido — o que não diz nada sobre ele existir na Receita.